06
Jan 09

 

 

Frequentemente, os nossos corpos desenvolvem doenças e outros tipos de sintomas. Muitas vezes, a doença é resultado de um longo processo que se enraízou no corpo, muito antes.

   

A doença resulta de emoções desequilibradas ou de um determinado padrão de comportamento repetitivo, que a pessoa manifestou ao longo de muitos anos.

 

 

A doença manifesta-se, anos depois do corpo nos ter tentado dizer o que se está a passar com ele, e nós o termos ignorado, ao não percebermos a linguagem corporal, ao não ouvirmos e não querermos entender o seu significado.

   

A manifestação da doença é um grito desesperado do corpo, para que possamos perceber a sua linguagem, para que tomemos consciência de que algo negativo nos está a acontecer. Deixámos de escutar e atender às nossas necessidades, ao nosso corpo e a nós próprios.

   

A doença é um grito final para nos alertar que devemos regressar e equilibrarmo-nos a nós próprios.

     

A doença, por vezes, ocorre em pessoas conscientes de algo iria acontecer. A doença apenas acelera o processo. Quando subitamente se manifesta, estas pessoas percebem que necessitam de fazer algumas mudanças, apercebendo-se que a doença apareceu apenas pela necessidade de ganharem consciência e mudarem o seu padrão de comportamento.

     

Elas sabem que é melhor estar saudável e escutar os seus corpos e as suas necessidades. Por vezes, todas estas conclusões não são inteiramente conscientes da sua parte, e a única coisa que apenas desejam é continuar a viver sem a doença. Quando estas pessoas aparecem para tratamento, a Biorgonomia abre os caminhos, permitindo o livre fluxo da energia de vida e a auto-cura do próprio organismo, permitindo também, uma rápida recuperação e restabelecendo a saúde e harmonia no metabolismo do paciente.

     

Estas pessoas que atingiram o nível interno de consciência, para poder continuar sem a doença nos seus corpos, recebem o tratamento e recuperam imediatamente. O tratamento irá apenas limpar e suavizar o seu caminho. Os seus corpos irão fazer o que melhor sabem: curar-se a si próprios.

     

Também podem aparecer pessoas, para tratamento, que não se encontram, ainda, no nível de consciência que é necessário para prosseguir sem a doença. Em casos como estes, não existe recuperação, ou então apenas parte consegue recuperar.

     

O paciente necessita de mudar a sua maneira de pensar e sentir, de forma a que possa perceber as causas dentro de si que abriram caminho à doença, e tratar essas causas de forma a poder libertá-las.

     

Cuidar das causas da doença significa senti-las, e libertá-las do corpo através de respiração adequada, compreensão, ou de outra forma.

     

Quando os pacientes conseguem identificar as causas e focam a sua atenção nelas, o tratamento biorgonómico é suficiente. O paciente apercebe-se conscientemente, muitas vezes pela primeiríssima vez, de certos acontecimentos que ocorreram ao longo da sua vida. E como só ele próprio está familiarizado com esses acontecimentos, pode fazer a ligação entre eles e o aparecimento da doença ou patologia.

     

Neste nível, a sua consciência liberta a informação necessária, e ele consegue recordar-se de tudo. Só o facto dele se tornar consciente acerca desses acontecimentos, ajuda a libertar o trauma em si, e ele acaba por se resolver.

     

Por vezes, depois de um tratamento biorgonómico, pode surgir um paciente que não encontra alívio para o seu problema. Nestes casos, o terapeuta entende que o paciente ainda não atingiu o nível de consciência que é necessário, para ver e compreender a raíz da sua doença. Em casos destes, não é suficiente apenas chamar a sua atenção para esta questão. É necessário um trabalho mais profundo, porque existem coisas dentro de si, que o paciente ainda não consciencializou.

 

Nestes casos, o terapeuta pode recorrer a afirmações positivas. Ou seja, frases adequadas a cada paciente, em específico para a sua doença, no sentido de mudar a sua inconsciência e trazê-lo ao estado em que se sentia bem consigo próprio, em que se sentia confiante, de modo a se poder libertar da doença.

 

Ocasionalmente, pode ser necessário aconselhar o paciente a recorrer a outras terapias adicionais (como terapia regressiva, desbloqueio emocional, reiki, reflexologia, shiatsu, osteopatia, drenagem linfática, massagens, etc.) para complementar o tratamento biorgonómico. Podemos testar qual o tratamento mais adequado para o paciente, através da biorgonomia. A combinação deste tratamento com o de outra terapia, ajuda a encontrar a solução, abrindo caminho e clarificando, em conjunto, o caminho de cura do paciente.

 

Torna-se necessário esclarecer que a biorgonomia não cura o paciente com artes de magia ou milagres.

  

A biorgonomia permite ao corpo:

 

 

- Curar-se a si próprio,

 

- Alcançar o seu máximo potencial de auto-cura,

 

- Identificar o bloqueio que deu origem à disfunção, permitindo o livre fluxo da energia curadora, pelo organismo do paciente.

 

 

Nenhum tratamento poderá ajudar uma pessoa que não queira ser curada, e/ou que não queira viver sem a doença.

 

Muito frequentemente, as pessoas querem-se agarrar à doença por diversas razões. Estas pessoas, regra geral, não voltam a contactar o terapeuta para a marcação de um novo tratamento.

 

Pelo contrário, quando o paciente deseja ser curado, a biorgonomia permite a cura e ele consegue recuperar muito rapidamente.

 

Por vezes, quando o paciente se deseja libertar da doença, camadas de densidade emocional que se encontravam latentes no paciente começam-se a manifestar. A biorgonomia ajuda a limpar essa densidade e abre caminho à cura.

 

Quando em terapia, o profissional sente que não existe da parte do paciente, o desejo de se curar com a biorgonomia, ele ajuda-o a encontrar as causas da ausência desse desejo.

 

O paciente apenas precisa de ter vontade de se libertar da doença.

 

Não existe necessidade, do paciente, perceber como os métodos do tratamento funcionam.

  

É PRECISO APENAS, E MUITO HONESTAMENTE, DO FUNDO DO SEU CORAÇÃO, QUERER MELHORAR E FICAR SAUDÁVEL.

 

 

 

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publicado por Luis Pereira às 11:41

01
Jan 09


 

É uma terapia energética de cura através da qual, o terapeuta diagnostica os diversos bloqueios ao nível do fluxo energético do vários orgãos e sistemas do paciente, o que lhe permite actuar ao nível das suas causas, e anular traumas e medos de modo a restabelecer o equilíbrio físico, mental e emocional do indivíduo.

Esta terapia bioenergética baseia no estudo profundo do funcionamento de todos os seres vivos na sua totalidade física, psíquica e espiritual, sendo uma técnica condutora de energia vital regeneradora de todas as células, tecidos, orgãos e sistemas.

Trata-se de uma técnica transformadora das causas de todos os bloqueios existentes em qualquer dos sistemas energéticos dos seres vivos, permitindo um desbloqueio do fluxo de “energia vital” ou “energia orgone”, sendo assim possível curar variado tipo de doenças.


A terapia biorgonómica permite:


Restabelecer o equilíbrio físico, psiquico e emocional;


Transformar tristeza, depressão e negativismo em vitalidade e saúde
Dissolver as causas das doenças
Anular traumas e medos
Despertar a auto-consciência

Esta técnica revolucionária de cura foi desenvolvida por um cientista israelita chamado Rafi Rosen
,
que se baseou na Orgonomia criada pelo psicólogo e médico austríaco Dr. Wilhelm Reich, aluno de Sigmund Freud. Wilhelm Reich, por volta dos anos 30 do séc. XX, descobriu a existência do orgone ou energia de vida.

 

Nas suas pesquisas, Reich estudou o comportamento do sangue, particularmente dos glóbulos vermelhos, e descobriu que, em presença de Energia de Vida, os glóbulos apresentavam um contorno brilhante ao seu redor a que chamou bions. Contudo, pôde verificar que, quando privados de energia, os glóbulos apresentavam uma mancha escura à volta, mancha que ele chamou de bactéria T. Descobriu também que quando os glóbulos se dissolvem, os Bions e as Bactérias T entram no organismo. Ele fez uma experiência com uma cobaia na qual injectou Bactérias T; o animal começou a desenvolver um cancro; depois injectou-lhe uma dose de bions e o mesmo animal voltou a ter vitalidade.

 

Ele concluiu que uma doença só se desenvolve e alastra quando há ausência de orgone e bions, havendo portanto presença de uma energia desvitalizada, a que chamou energia de vácuo. Embora a presença de energia orgone seja suficiente para começar um processo novo de vida e de cura, o Dr. Reich morreu sem ter desenvolvido um processo de transformação do vácuo em energia de vida, logo de cura.

Muitos anos depois, Rafi Rosen, entusiasmado pela descoberta do orgone e pelos estudos de Reich, acabou por descobrir a técnica que permite definir a presença ou não de orgone ou energia de vida à nossa volta, sistematizando um novo processo terapêutico a que viria a denominar de Biorgonomia.



ENERGIA ORGONE

Energia Cósmica Primordial, também designada nos organismos vivos como bioenergia ou Energia Vital. Foi “descoberta” por Wilhelm Reich no final dos anos 30. Universalmente presente é possível de ser demonstrada visualmente, termicamente, electroscopicamente e também através do contador Geiger-Mueller.

A COMPLEMENTARIDADE ENERGÉTICA

Tudo o que existe na criação tem uma energia complementar. Todos os seres têm um complementar energético: isto é, um ser que, energeticamente funciona da mesma forma. Tem o mesmo campo energético. Ambos funcionam como um só, porque são dois seres provenientes de uma só ideia manifestada.

Os dois complementares podem estar fisicamente na Terra e mesmo que não estejam juntos, existe um equilíbrio no corpo físico, emocional e mental de cada um. Vivem cada um do seu lado, uma vida harmoniosa, sem doenças graves e sem problemas maiores, e nem precisam de se conhecer. Sentem-se equilibrados.


Mas há também pessoas que nascem sem complementar energético, porque decidem voltar ao plano físico para fazer novamente a experiência da vida material, enquanto o seu complementar fica na dimensão da vida depois da morte. Estas pessoas enquanto crianças requerem toda a energia dos pais, porque não têm a sua própria energia complementar. Mais tarde passam a vida a lutar para manter um equilíbrio interno, percebendo interiormente que lhes falta sempre algo, mas incapazes de dizer o quê.

Do mesmo modo, muitas pessoas tinham o seu complementar na Terra à nascença, mas perderam-no numa dada altura – o corpo físico do seu complementar morreu. A partir desse momento e no pior dos casos, algumas dessas pessoas entram inconscientemente num processo de auto-destruição do seu corpo físico, isto porque antes da morte do complementar, existia um estado de harmonia e de bem-estar natural, e depois do desaparecimento da outra metade, aquele que fica no plano terrestre, deseja inconscientemente uma única coisa – a reunião com o complementar -. Através deste desejo inconsciente, de um lado retemos a energia do complementar que fica acoplada à nossa, impedindo a energia de vida de fluir livremente e criando então uma energia de vácuo, e por outro lado, procuramos uma maneira de nos auto-destruir.

Os meios de auto-destruição são muitos: doenças degenerativas, como cancro e doenças terminais, alcoolismo, toxicodependência, suicídio, etc.
Felizmente, nem todas desenvolvem doenças crónicas, mas frequentemente, estas pessoas ficam deprimidas subitamente sem uma causa aparentemente definível, sentem um vazio, um fardo um peso que não sabem como preencher, têm dificuldade em adormecer e acordam regularmente cansadas e sem energia. Registam depressões crónicas e uma angústia permanente.

A Biorgonomia consiste na reunião do puzzle cósmico, em unir o que foi separado. O terapeuta tem a capacidade de reparar a situação inicial, de unir energeticamente as duas energias complementares, e uma vez reunidas, elas manifestam todo o seu potencial e o vácuo deixa de surtir efeito, e a cura pode ocorrer após uma transformação mais detalhada de todos os sistemas energéticos dos orgãos afectados e incidindo sobre as causas (genéticas, hereditárias, cármicas, etc...) que deram origem a determinado bloqueio.

É também necessário trabalhar os medos subjacentes ao desenvolvimento de determinada doença, trauma ou bloqueio.
Um problema de saúde pode ter várias origens e derivar de vários medos. Torna-se então necessário tratar todos os medos que estejam relacionados com o problema, pelo que o terapeuta deve seguir também a sua intuição para detectar os medos mais inerentes ao problema.

Como tal, a terapia biorgonómica actua como ferramenta transformadora de tudo o que possa estar a funcionar erradamente em qualquer dos sistemas energéticos, usando-se a energia vital, energia cósmica, energia orgone, prana ou ki, sendo assim possível actuar sobre todo o sistema energético de todos os orgãos do corpo humano, podendo mesmo curar certas doenças crónicas, consideradas incuráveis.

Em suma, a Biorgonomia permite:

- Restabelecer o equilíbrio físico, psiquico e emocional;

- A transformação da tristeza, depressão, negativismo em vitalidade e saúde;

- Dissolver as causas das doenças;

- A anulação de traumas e medos;

- Controlo de carmas;

- Caminho para auto-consciência e consciência colectiva.

Necessitamos de energia de vida para sermos felizes, saudáveis e vivermos o potencial completo das nossas vidas, isto é, numa só palavra, - Ser.

 

Bibliografia:

ROSEN, Rafi. O sétimo sentido e a realidade do além: a biorgonomia na vida cotidiana. Belo Horizonte: Maptone, 1995

LEGAULT-TAVARES, Isabelle. Está doente, parabéns. imp. Loulé, 2005

publicado por Luis Pereira às 23:11


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